Redenção / Pará -

quinta-feira, 14 de julho de 2011

ÁGUA SECA


Uma substância que lembra açúcar, conhecida como "água seca", pode se tornar uma nova arma na luta contra o aquecimento global. Ela absorveria e guardaria dióxido de carbono, o gás que mais ajuda no aquecimento. Cientistas da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, divulgaram estudo sobre o produto no 240° Encontro Nacional da Sociedade Americana de Químicos, segundo informações do site Science Daily


O nome é este pois 95% de sua formação é água, e é seco e igual a pó. Os pesquisadores, liderados por Andrew Cooper, professor da universidade, disseram que o produto pode ter várias utilidades, como, por exemplo, ser uma maneira segura de transportar e guardar produtos industriais perigosos.
Cada partícula do produto contém uma gota de água modificada por sílica. A sílica impede que as gotas de água, depois de transformadas em pó, voltem a ser líquidas. O resultado é um fino pó que pode sugar gases.
A água seca foi descoberta em 1968, com o principal uso sendo em cosméticos. Em 2006, cientistas da Universidade de Hull, também na Inglaterra, começaram a estudar a estrutura do pó, e perceberam que havia possibilidade de outros usos. A água seca absorve três vezes mais dióxido de carbono do que produtos comuns sem a mistura da sílica. 


sábado, 23 de abril de 2011

CURIOSIDADES...


COMPRESSAS INSTANTÂNEAS FRIAS E QUENTES
Atletas que sofrem problemas musculares durante competições podem utilizar bolsas instantâneas frias ou quentes como dispositivos para primeiros socorros. Esses dispositivos funcionam mediante reações exo ou endotérmicas. Normalmente são constituídos por uma bolsa de plástico que contém água em uma seção e uma substância química seca em outra. Ao golpear a bolsa, a seção contendo água se rompe e a temperatura aumenta ou diminui dependendo se a reação com a substância seca seja endo ou exotérmica.
Em geral, para compressas quentes usa-se cloreto de cálcio ou sulfato de magnésio, e, para compressas frias, nitrato de amônio. As reações são:
CaC|2(s) + H2O --   Ca2+ (aq) + 2Cl- (aq)       ΔH= -82,8KJ
NH4NO3(s) + H2O  --    NH+4(aq) + NO-3(aq)  ΔH= +26,2KJ


Receita:
Adiciona-se 40g de CaCl2 a 100 mL de água, a temperatura da água aumenta de 20 C para 90 C.
Adiciona-se 30g de NH4NO3 a 100mL de água, a temperatura da água diminui de 20 C para 0 C. Tais bolsas atuam por 20 minutos, aproximadamente.
Fonte: Química na Abordagem do Cotidiano, Tito e Canto, Volume do 2º Ano, Editora Moderna, 2000.

terça-feira, 12 de abril de 2011

PLANO BIMESTRAL

ATENÇÃO GALERA!

SEGUE OS CONTEÚDOS QUE IREMOS TRABALHAR NO
2ºBIMESTRE

1º ANO

Ligações Químicas
Número de oxidação
Funções Inorgânicas (ácido, base, sal e óxido).

2º ANO
Termoquímica
Lei de Hess

3º ANO
Funções Químicas orgânicas e nomenclatura IUPAC e comum de compostos orgânicos;
Hidrocarbonetos

BONS ESTUDOS!
 

terça-feira, 8 de março de 2011

TEXTO DE REFERÊNCIA PARA O 1º ANO

DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA

Linus Carl Pauling (1901-1994), químico americano, elaborou um dispositivo prático que permite colocar todos os subníveis de energia conhecidos em ordem crescente de energia. É o processo das diagonais, denominado diagrama de Pauling, representado a seguir. A ordem crescente de energia dos subníveis é a ordem na seqüência das diagonais.
Os elétrons estão distribuídos em camadas ao redor do núcleo. Admite-se a existência de 7 camadas eletrônicas, designados pelas letras maiúsculas:

K,L,M,N,O,P e Q. À medida que as camadas se afastam do núcleo, aumenta a energia dos elétrons nelas localizados.
As camadas da eletrosfera representam os níveis de energia da eletrosfera. Assim, as camadas K,L,M,N,O, P e Q constituem os 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º níveis de energia, respectivamente.
Por meio de métodos experimentais, os químicos concluíram que o número máximo de elétrons que cabe em cada camada ou nível de energia é:
Nível de energia
Camada
Número máximo de elétrons
K
2
L
8
M
18
N
32
O
32
P
18
Q
2 (alguns autores admitem até 8)
Em cada camada ou nível de energia, os elétrons se distribuem em subcamadas ou subníveis de energia, representados pelas letras s,p,d,f, em ordem crescente de energia.

O número máximo de elétrons que cabe em cada subcamada, ou subnivel de energia, também foi determinado experimentalmente:
·         energia crescente
  ---------------------------------->
Subnível
s
p
d
f
Número máximo de elétrons
2
6
10
14
O número de subníveis que constituem cada nível de energia depende do número máximo de elétrons que cabe em cada nível. Assim, como no 1ºnível cabem no máximo 2 elétrons, esse nível apresenta apenas um subnível s, no qual cabem os 2 elétrons. O subnível s do 1º nível de energia é representado por 1s.
Como no 2º nível cabem no máximo 8 elétrons, o 2º nível é constituído de um subnível s, no qual cabem no máximo 2 elétrons, e um subnível p, no qual cabem no máximo 6 elétrons. Desse modo, o 2º nível é formado de dois subníveis, representados por 2s e 2p, e assim por diante.


·         Resumindo:
Nível
Camada
Nº máximo de elétrons
Subníveis conhecidos
K
2
1s
L
8
2s e 2p
M
18
3s, 3p e 3d
N
32
4s, 4p, 4d e 4f
O
32
5s, 5p, 5d e 5f
P
18
6s, 6p e 6d
Q
2 (alguns autores admitem até 8)
7s 7p


EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
VAMOS TESTAR O ENTENDIMENTO!
1-.Defina número de massa (A) e número atômico (Z) .

2. Qual o número de massa de um átomo de cálcio Z=20 com 20 nêutrons ?

3. Um átomo de Bismuto Z=83 apresenta número de massa igual a 209. Quantos nêutrons existem em seu núcleo ?

4. Defina isótopos.

5. O átomo constituído de 19 prótons, 19 elétrons e 20 nêutrons apresenta, respectivamente, número atômico e número de massa igual a ?

6. Distribuir os elétrons do átomo normal de manganês (Z=25) em ordem energética e geométrica.
7. Distribuir os elétrons do átomo normal de xenônio (Z=54) em ordem energética e geométrica.
8. Com a distribuição eletrônica do átomo com Z=80 e forneça:
a) a ordem energética (Linus Pauling)
b) o número de elétrons por nível ou camada
c) o número de elétrons no subnível mais energético
d) o número de elétrons no subnível mais externo
e) a que família pertence o elemento
f) qual a valência e a eletrovalência do elemento
g)qual o período deste elemento
h) Quais os números quânticos para o elemento (n,l,m,s)

9. Com a distribuição eletrônica do átomo com Z=23 e forneça:
a) a ordem energética (Linus Pauling)
b) o número de elétrons por nível ou camada
c) o número de elétrons no subnível mais energético
d) o número de elétrons no subnível mais externo
e) a que família pertence o elemento
f) qual a valência e a eletrovalência do elemento
g) qual o período deste elemento
h) Quais os números quânticos para o elemento (n,l,m,s)

10. Com a distribuição eletrônica do átomo com Z=56 e forneça:
a) a ordem energética (Linus Pauling)
b) o número de elétrons por nível ou camada
c) o número de elétrons no subnível mais energético
d) o número de elétrons no subnível mais externo
e) a que família pertence o elemento
f) qual a valência e a eletrovalência do elemento
g) qual o período deste elemento
h) Quais os números quânticos para o elemento (n,l,m,s)

11. Coloque os subníveis 3p,4d,5f e 6s em ordem de energia .

12. Faça a distribuição eletrônica em subníveis de energia para os átomos 9F, 10Ne, 15P, 28Ni, 56Ba

13. Para os números atômicos 21 e 38, suas distribuições eletrônicas são:

14. Descubra quantas camadas, a que família pertence na Tabela Periódica e qual a localização do subnível de maior energia para os elementos genéricos 42A e 33B

15. Com o diagrama de Linus Pauling obtenha a distribuição eletrônica dos elementos com números atômicos 53 e 87 e faça:
a) a distribuição eletrônica correspondente a cada um dos elementos indicados
b) apresentar, na distribuição obtida, detalhes estruturais que caracterizam as famílias que pertencem os elementos.